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Identificando a negatividade

O 8 de Copas surge como posição de aconselhamento neste momento de sua vida, Rodrigo. A mensagem deste arcano é muito clara: identifique as coisas, pessoas, hábitos ou situações que não lhe servem mais e gentilmente se despeça de tudo isso. Esta é a hora de separar o joio do trigo, de encarar a necessidade de abrir mão de todas as coisas as quais você se apega, mas que não fazem mais sentido. Pode ser um processo doloroso, mas você entenderá como se trata de algo necessário. Confie! Deixe o tempo passar, ele cura todas as feridas. O que não vale é ficar se lamentando aos quatro ventos, pois isso lhe tornará alguém pouco atrativo, com quem as pessoas não desejam estar. Lembre-se que a pérola, como dizem os poetas, nasce do sofrimento da ostra. Neste momento, talvez seja bastante útil observar o sofrimento dos outros, a fim de que você perceba que há outras pessoas com dores muito mais sérias do que as suas. Quando cuidamos da dor do outro, o nosso próprio sofrimento parece se aquietar.

Conselho: Vá além de sua própria dor. Supere-a!




- Pensado por: Rodrigo às 22h53
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Uma nova prosposta, um novo olhar.
Um exercício pra mim. To "assim-assim", mas vou tentar.

Em breve!



- Pensado por: Rodrigo às 15h49
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Saindo da casinha

retalho 1:
Não sei se já contei parte desta história... Mas, como esse blog não um querido diário, não sei se isso importa! Acontece que eu fiz uma prova fragmentada, meio em SP, meio em Trancoso. Cheguei de férias e terminei um tal vídeo que era “importante” para “passar no tal curso”.
O vídeo, apesar de ter um conteúdo bacaninha, ficou tosco e a prova sem revisão.
Resumo da ópera: estou fazendo Bootcamp desde quinta-feira passada. A gincana começou!
Mais jobs, mais um grupo de trabalho (mas agora, acadêmico), mas tempo ocupado e, menos tempo pras coisas gostosas da vida. Ok! São só 3 meses de suor, sangue e idéias, mas... Querem saber? Acho que tá valendo super a pena.
Fazer supervisão com um diretor de planejamento da Young, não é tão fácil ou comum assim. O lance é “mamar na teta” do povo!
Sendo assim, estarei BEM ausente por aqui...

retalho 2:
O caos reina, a loucura impera, a paciência é conselheira e o universo está confuso. Estou quase como o Pequeno Príncipe, no seu mundinho, vendo cometas passarem... Ao invés de uma flor “engarrafada”, vejo foices a postos, armas de forte calibre apontadas, dentes serrados... Tudo isso, sendo segurado por pessoas de bom coração.
Que falta faz a verdade, não? O medo de falar a verdade e de ferir alguém gera sempre isso. A desconfiança... Já que eu não falo a verdade pra você, por que você falaria a verdade pra mim? Logo, se eu não sou de confiança, por que você seria?
A mente humana é realmente um mistério!



- Pensado por: Rodrigo às 23h54
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Rotina. Rotina? Rotina! Rotina...

retalho 1:
Acabei de chegar em casa da agência. 02h da madrugada. Saí de casa MEGA atrasado e peguei todo o congestionamento do caminhão congestionamento  que caiu na marginal. Choro de raiva, angústia, aflição... E DOIS projetos bucha no colinho do papai aqui. Os mesmo problemas, o mesmo sentimento e, os mesmo colegas de trabalho, com os mesmos comentários. Mais um terça-feira sem ir ao centro... Enfim, tem horas que não sei o que mais me cansa. De qual rotina tem mais medo, enjôo, etc.

retalho 2:
Vim aqui pra tomar minha sopa, fumar um cigarro e descongestionar o cérebro. Aliviar a alma, deixar as palavras que queria dizer se esvaírem pelos dedos, já que pela boca não deu! Queria ter sorrido mais, ter cantado... talvez, contado ou ouvido uma piada boba. Queria ter encontrado Deus e suas divindades, queria ter ficado mais no sossego... Quando vou me dar mais paz?

retalho 3: tecido em Trancoso, 04 de março de 2008:
O tempo nublou. O tempo escureceu.
A verdade estava estampada na cara e você negou.
Você não entendeu.
A casa caiu, o tempo fechou pro seu lado.
Agora, só rola vendaval!
Vendaval de mentiras indigestas
Vendaval de verdades negadas, agora, caem na sua testa!
Acorda malandro!
Nublou! O tempo escureceu
A vida passou e você não cresceu.
Pro seu coração, desejo milagres, cuidados e algo sensacional.
É hora do adeus...
Acorda malandro.
Nublou, choveu e o sou saiu.
Só você não viu.



- Pensado por: Rodrigo às 02h20
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Páscoa

retalho 1:
Ganhar das filhas de sua grande amiga um cookie de Páscoa. Pensar em amizade, filosofar sobre esse tema com amigos na mesa de bar e reencontrar um grande, querido e ausente amigo. Uma noite especial.

retalho 2:
Não sei lidar com pessoas preguiçosas. Na vida, na atitude, na fala, no olhar. Gosto de gente com atitude, com pegada, com força de expressão. Não é a toa que tem gente que vive de ensaio, de elucubrações e teorias. Valorizo o ato, o jato, a verdade... Enfim, não entendo muita coisa!
Ontem, num desabafo, uma amiga me disse ao telefone: “Se você veste rosa é porque você está de rosa. Se você ligou é porque ligou. Se não liga, você é uma puta. Não sei mais quem é hétero, quem é gay ou bissexual. A coisa está tão híbrida, miscigenada, que não dá mais pra saber quem é quem e quem quer o que!”
Ando nessa mesma onda de dúvida.

retalho 3: tecido em Trancoso, 04 de março de 2008:
Enquanto Djavan canta Chico*, o moço moreno atravessa a rua, não olha pra trás, sai sem dar pista e eu penso: “Mentira”?
Nesse momento, me delicio com várias mentiras. As mentiras mais quentes e indecentes e tenho prazer em negar o Chico. Sim, sou mentiroso e acredito em um grande amor.
Ergo a cabeça para a verdade da vida e vejo o moço moreno sentado no outro lado da rua, num papo com os nativos. No meu peito, a pedra tenta se manter firme, mas minhas lágrimas são mais fortes.
“Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura!”.
Se ele vai desatravessar a rua, não sei! Capaz que sim. Se em minha direção, é outra história. Mas tenho fé! Um dia São José e Oxumaré hão de ouvir minhas preces.


* Samba do Grande Amor – Chico Buarque de Holanda.



- Pensado por: Rodrigo às 01h40
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Sai, ZICA!

retalho 1:
Bom, no meu último dia em Trancoso, dei mau jeito no ombro esquerdo. Achei que não seria nada e o bicho pegou! Pegou feio! De tal forma que fui parar no médico duas vezes, tomei duas injeções e NADA da dor passar. Agora estou melhor.
Domingo, voltando de um bar com uns amigos... A Carol metou o carro na traseira de outro. Outro choque para meu querido pescoço. Estou vivo!
Minhas férias, quero dizer, a segunda metade das minhas férias, que seriam dedicadas ao cinema, virou dias sem fim dentro de casa, na cama (por conta do remédio que me deixava “grogue”) e fazendo compressa de água quente.

retalho 2:
E como não estava me divertindo, minha chefe* não perdeu tempo e me ligou: “Ro, ta a fim de fazer um freela pra mim?”. Bom, como dinheiro nunca é demais, trabalhei sábado e hoje... (basicamente, uma participação especial, pois estou evitando digitar).

retalho 3: tecido em Trancoso, 04 de março de 2008:
Pela estrada de terra eu falo sozinho... Me faço companhia, não me sinto sozinho. Me faço rir, me aninho. Toco em meu próprio ombro e me dou carinho. Olho para a mesa ao lado e vejo o “amigo da Morena”. Abaixo a cabeça, não gosto de ser “dado”. Não sei o que ele quer, que pena! Pela estrada de terra eu sigo, de bem comigo. A espera do “amigo”.


* Ela foi super gente boa e não fui coagido, por favor, não pensem que a chefa é o CÃO. Ela só vira o cão em noites de lua cheia – brincadeirinha!



- Pensado por: Rodrigo às 00h38
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Em repouso:

Com direito a atestado médico e tudo mais! Em breve, meus textos de Trancoso e outras coisas... Quem viver, lerá!



- Pensado por: Rodrigo às 22h11
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De volta a São Paulo

patchwork:

Foi tudo bem maluco. Minha viagem de férias foi programada na última hora, pois eu não sabia direito quando ela viria. Mas, veio e eu já fui e voltei! Com uma certa tristezinha no coração.
Indo para Trancoso, logo no avião, fiz algumas amizades. Mas, o povo estava indo para lá a trabalho – ficaram no Club Med, fazendo uma convenção. Ok!
Na saída do avião, descobri que uma vizinha estava no mesmo vôo que eu. Ridículo. Pra onde ela ia? Oras... claro! Pra convenção que meus “novos amigos” trabalhariam. Óbvio!
Não satisfeita, ela pediu pra eu ficar em Porto Seguro com ela, blá-blá-blá. Disse não e segui minha viagem. Qual a balada da noite? Falamansa e, como quem está no céu tem que abraçar os anjos, lá fui eu (Ah! O sanfoneiro da banda estava na mesma fila que eu e meus “novos amigos”).
Quem estava no show? A Silvia, a minha vizinha que me pediu pra ficar em Porto Seguro!
Fiquei alguns dias calado, falando sozinho e com os garçons. Não consegui realizar contatos imediatos com nenhum ser humano daquele Quadrado e isso estava me irritando. Mas, depois uns dias, desencantei... E conheci pessoas lindas, agradáveis, especiais - um beijo gigante a todos!

Dona Clarice (sentido Pé na Praia), Silvana e Fábio (Cantinho Doce), Lane (Pandoka), Susana (Empório – argentina maluca!), Paula, Kelly, Ro Clemente, Cleide, Adrian, Nassi, Alemão, Fred, Chico, Celinho (Buteko), Paula (Marcenaria Trancoso – delicioso papo sobre tatuagem).

Bom, aos curiosos, não... Não fiz sexo atrás das moitas, nem brinquei, mas instiguei. Só fiz isso e nada mais. O fim de noite no mirante (pra quem não conhece é quase um autorama) é bem mais bonito do que instigante – ao lado tem um cemitério e atrás uma igreja... Achei meio sacrilégio, saca? Rs

Ainda estou de férias, mas agora em São Paulo. Volto a “postar” normalmente, sempre com um texto escrito nas terras de Trancoso.



- Pensado por: Rodrigo às 20h52
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Fui...

Volto na semana que vem!



- Pensado por: Rodrigo às 09h54
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Uma ode aos 31!

patchwork:

Acordar e ver o dia lindo, céu azul e sol radiante como minha alma. Parar, rezar, falar com Deus, seus mensageiros e com os deuses, queridos e negros deuses.
Engatar a primeira, ao som da Maria Rita, pra dar ao meu novo ano um ritmo gostoso, malevolência e a cadência bonita do samba.
Cores enfeitando minha baia, balas e chicletes adoçando minha mesa, demonstrando o carinho das pessoas que me cercam, tentando cortar ou amenizar o azedume que nos ronda com tantos jobs, clientes esquizofrênicos e mal acostumados, por nós!
Almoço, bolo dividido, aflição de criança esperando a grande festa que não virá.
A tarde vem, mostrando que o fim desta data está perto e mais bolos! Mais colegas de trabalho (uns queridos, outros interesseiros, outros... gulosos) aparecem para me beijar... Faço qualquer coisa virar festa. Foi divertido!
Mais trabalho, mais reuniões, a noite cai e os trabalhos também. Caem do céu, como amoras maduras...
Enfim, em comum acordo, largamos tudo e tomamos o rumo do bar. Queridos amigos chegam... Nada programado!
Todos vão embora... sigo pra casa, sozinho. Na certeza de que estou assim, hoje, porque quero e não por “culpa” do destino.
Sou partidário do seguinte pensamento – melhor só do que ter alguém só pra cumprir tabela. E tenho dito!
Hoje a realidade voltou ao normal... Mas, todos estão tentando me fazer enxergar que as coisas estão mais coloridas, mas baianas, mas festivas.
Só acredito vendo!
Sábado está aí.



- Pensado por: Rodrigo às 23h23
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30 anos e 364 dias.

retalho 1:
Meu aniversário chega amanhã. Pra ser mais preciso, astrologicamente correto, meu aniversário será as 22h12. Já ganhei presentes da minha mãe (ela está na onda do enxoval!), do meu pai (um convite para um almoço que não aconteceu, mas tomamos um café – coisa que não fazíamos há anos!) e um radinho retro master da Déia.
Trabalhei ontem, trabalhei hoje e, amanhã, ainda não sei como vai ser o meu dia de amanhã. “No balanço das horas, tudo pode mudar!”.

retalho 2:
Pois é, agora, de fato, ultrapassarei a barrei dos 30... Estou com uma sensação esquisita! Esse número, 31... acho ele fora dos meus padrões, quase não o reconheço. Nunca parei pra me ver com 31 anos. Me vi com 32, 33...

retalho 3:
Que venha o meu ano de ESCORPIÃO! Dia 14, agendei a leitura da minha revolução solar, mas já tenho essa informação quente. Escorpião vai reger meu ano de 2008.
Que venha a regeneração, a transformação.



- Pensado por: Rodrigo às 21h20
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Mudando de Idéia (em quase tudo!)

retalho 1:
Queria usar um dos meus retalhos para falar mal da Cláudia Leite. Na verdade, não gosto muito de perder meu tempo em falar mal das pessoas, muito menos das pessoas que “não conheço”. De qualquer forma, essa fulana é uma cópia mal feita das outras artistas baianas e não tem a dignidade de elogiar, de admitir a admiração, etc. Além de fake, pra mim ela é uma invejosa das “brabas” e gente assim, não serve no mundo. Enfim, não sei porque tenho esse desafeto pra ela, mas... tenho. Extravasa!

retalho 2:
Nos últimos dias, li umas matérias falando sobre a Igreja Universal. Quem sou eu pra começar uma guerra santa? Quem sou eu pra falar sobre preconceito contra religiões (sendo que a minha é alvo de perseguição e MUITO preconceito)? Enfim, a IURD sempre me deixou com o pé atrás. Chute da santa, sincretismo velado, uso indevido de receitas milenares (que hipocritamente discrimina nas outras seitas), etc.
Tenho medo da Record, não gosto de dar IBOPE pra essa emissora... Enfim, no meio de tudo isso, agora a IURD está envolvida em“ supostas intimidações” contra a imprensa brasileira – isso acontece hoje no Brasil, mas essa religião, como erva-daninha, está espalhada por todos os continentes desse planeta.
Meu Deus, senhor Jesus, onde esses seres vão chegar? Temo pelo nosso país. Em breve, do jeito que a coisa anda, teremos um presidente pastor.

retalho 3:
Queridos Amigos! Boa produção, bons atores, boas imagens, ótima história. Enquanto eu assistia as cenas dos amigos na “casa do Léo na Cantareira”, eu tinha vontade de ligar para meus queridos amigos e marcar um almoço aqui em casa. Abraçar todo mundo... Matar saudades. Coisas de inferno astral. Deve ser!

retalho 3:
Passagem comprada. Dia 1 de março estou chegando na Bahia. Ufa! Férias...



- Pensado por: Rodrigo às 21h51
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Por favor!

retalho 1:
Não queira que eu te dê mais do que posso! Já fui bonzinho nessa vida e, por mais que o senso comum tenha me avisado que ser “bonzinho” é uma merda, fui assim por muito tempo! Hoje, tento ser apenas bom. Não quero ser BOM. Quero ser no limite, dizer não sem culpa e dizer sim de peito aberto.
Peça-me o que quiser, mas aceite a minha resposta. Entenda minha gentileza, mas não espere minha dedicação exclusiva, minha subserviência. Por favor, não confunda!
Para ser bom, preciso ser bom comigo e, ser bom consigo, as vezes, temos que ser “ruins” com os outros. Ok! Ok! Tudo é uma questão de ponto de vista.
O que é bom? O que é ruim? O mundo nunca foi maniqueísta, os homens sim! Acorde!
Já estou no primeiro espreguiçar.

retalho 2:
Feche a porta e abra seu coração. Deixe a saliva correr pelas paredes e delicie-se com o colo. Feche os olhos e abra seus sentidos. Deixe a pele arrepiar e sinta os nossos desejos rodeando nosso altar.
Coragem. O sol está nascendo e a lua, só mais tarde! Toma seu café, não perca tempo com o horóscopo do jornal. Aproveite seu dia e siga sempre em linha reta! Segue seu caminho, seguirei o meu. Em breve nos encontraremos.
Nossas estradas se cruzarão assim que a noite chegar! Aí, me ponha no seu peito e me conte sua vida, suas aflições e ansiedades.
No banho a gente relaxa, depois o ninho para, juntos, sonharmos mais uma noite de corações abertos, bocas sedentas e desejos de uma vida sem fim.

retalho 3:
Sete, um número mágico! Assim dizem os esotéricos, místicos e religiosos. Daqui 7 dias, completo 31 anos e vejo, magicamente, minha vida com outros olhos. Nem poderei comemorar essa data, sempre tão esperada, da forma que sempre faço.
“Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia!”.
Tenho usado essa frase com uma certa freqüência nos últimos dias.
Nada é por acaso! Maktub!



- Pensado por: Rodrigo às 20h31
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Palavras

retalho 1:
Existem palavras que eu adoro usar num xingo, outras num elogio, outras para dar maior impacto na frase, pela força da pronúncia ou apenas porque gosto delas.

Amigo, amizade, amor, aniversário, antítese, arte, atitude, axé, beijo, bimgulim, buceta, caralho, chupar, coração, cultura, dantesco, destreza, enfrentamento, estilo, força, liberdade, literatura, macambúzio, malevolência, mesuras, música, olhar, reverberar, sentir, sexo, sorumbático, taciturno, TV, xoxota.

retalho 2:
Quem não leu, recomendo que leia essa matéria: Melhores empresas para trabalhar desconhecem funcionários homossexuais.
Mas é de um primor! Fico realmente revoltado em saber que as GRANDES EMPRESAS DO BRASIL são comandadas por pessoas estúpidas, a exemplo da sra. Patrícia Casagrande, responsável pela RH da empresa Unimed de Vales do Taquari e Rio Pardo, que diz não haver homossexuais no seu quadro de funcionários.

Bom, assim caminha a humanidade, a passos de formiga e sem vontade!

retalho 3:
Adoro meus posts da madrugada, geralmente estou PUTO da vida ou em estado de revolta interna, daí escrevo uns textos pesados, que retratam, sim, meu lado B, mas não necessariamente minha posição geográfica – boca, meio ou fundo do poço.



- Pensado por: Rodrigo às 14h45
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Embriagues

retalho 1:
Agora, meio tombado, escrevo linhas tortas. Não entendo os homens, nem as mulheres que me cercam, nem o ar que me rodeia. Nesse instante, não sei mais o que é certo ou errado, verdadeiro ou falso, gordo ou magro, intenso ou frívolo.
Sei que cansei de pires de café, de planaltos, de coisas retas, regulares e similares. Não tenho mais tempo e espaço para gente sem memória, gente sem história pra contar ou pra criar.
Nesse instante, pouco me importa se é branco ou peludo, negro ou oriental.
O que vale é o coração e não o (s) gomo (s) que são guardados no abdômen O que vale é a intenção e não o ato em si.
Sigo me perguntando: “onde tudo isso vai parar?”.
E, depois de um tempo, vejo que tudo isso me leva a um vale profundo e que, chegando lá, não encontro rio, lagoa ou pântano. Apenas o fundo...
O que me faz coçar o pé e pensar em escovar os dentes e dormir.

retalho 2:
Não tenho grilos com gays, não seis, bissexuais e outros ex, ys e eis. Cada um na sua e todos na missão de serem felizes. O que me cansa são pessoas que falam mais do que devem, que tentam transparecer ser mais do que podem e que fazem menos do que prometeram.
A dose, o cuidado, o limite... Tudo isso mora ao lado do bom senso o que mostra lucidez! Quem fala mais do que consegue realizar deveria sentar numa cadeira de tortura especial. Pra que?
Não sei!
Não pensei...



- Pensado por: Rodrigo às 02h13
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